
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Rio De Janeiro Hoje e Alvenegro...

Rio de janeiro hoje ate as 22:45 será alvenegro Botafogo e Atletico cosiderado o melhor time do rio o botafogo entra em campo hoje com a ajuda da sua torcida
depois de perder a final para o flamengo depois daquela lambança do juiz o botafogo está de cabeça erguida e enfrenda o atletico mineiro com seu time titular a unica duvida e Zé Roberto que está com o dedão inflamado depois da lambança do juiz domingo o time da estrela solitaria merece pelo menos essa copa do brasil o flu já está la so falta o bota vamos torcer galera.......
Fla ELIMINADO......

Não faltou luta, nem vontade, nem apoio. O que faltou foi apenas um gol para o Flamengo conseguir devolver o placar da primeira partida contra o Defensor (URU). Com a vitória por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, no Maracanã, o Rubro-Negro está eliminado da Libertadores, acabando com o sonho do bi.
O Defensor enfrenta agora nas quartas-de-final outro brasileiro: o Grêmio, que eliminou o São Paulo também nesta quarta.
A disputa pela vaga fez com que o jogo se tornasse uma verdadeira guerra no primeiro tempo. O Flamengo não apresentava suas melhores armas, como as jogadas dos alas Léo Moura e Juan e as arrancadas de Renato Augusto, mas lutava por cada posse de bola. Não à toa, teve o domínio territorial embora estivesse longe de acertar o alvo, o gol defendido por Silva.
Os rubro-negros contavam ainda com um importante aliado: a torcida, que lotou o Maracanã, cantou o tempo todo e empurrou o time. Os uruguaios do Defensor, por sua vez, resistiam como podiam, apelando até mesmo para a truculência, como na jogada em que Sorondo deu um carrinho em Léo Moura e levou o cartão amarelo, logo aos três minutos.
A estratégia do Defensor era clara: atrair o adversário para tentar surpreendê-lo em contra-ataques. Pezzolano era o homem encarregado de atacar o Flamengo, mas o guerreiro Paulinho desdobrava-se na proteção ao goleiro Bruno.
Somente aos 12 o Rubro-Negro começou a se impôr, encurralando o adversário, que afastava o perigo de qualquer forma. As chances de entrar na defesa inimiga eram poucas. Na melhor, Roni errou o domínio e atingiu o goleiro Silva, o que criou mais um princípio de confusão.
Se estava difícil de perto, o Flamengo ainda tinha uma arma guardada e que foi utilizada no momento certo. Sorondo novamente impediu o avanço de Roni com falta, e na cobrança, aos 35, o capitão Renato soltou um de seus mísseis, que passou entre a barreira e morreu no fundo das redes.
O primeiro gol faria a pressão se intensificar, porém não no primeiro tempo. Logo no início da segunda etapa, aos dois, o Flamengo se utilizou novamente da mesma arma que havia funcionado. Em jogada treinada, Léo Moura rolou para Renato que soltou outra bomba, fazendo o segundo. Nas arquibancadas, também se ouviu a explosão da torcida para comemorar.
Faltava só um. Renato, como um legítimo líder, organizava o time e chamava a responsabilidade. Faltava aos homens de frente poder de decisão, já que Souza e Roni estavam pouco inspirados. Além disso, a forte chuva era mais um fator para esfriar o time.
A essa altura, por volta dos 15 minutos, o Flamengo não era mais ameaçado mas também não sabia como chegar com perigo ao gol do Defensor. Sem saída, restou ao comandante Ney Franco uma tática ousada, ir para o "matar ou morrer". Para isso, tirou dois homens de proteção, Claiton e Paulinho para colocar Paulo Sérgio e Léo Lima.
A estratégia quase foi por água abaixo. Fernandez teve tudo para matar de vez o adversário, mas Bruno estava lá para realizar milagre e salvar a pátria rubro-negra, aos 36. Mais uma bomba em cobrança de falta e uma finalização de dentro da área, e Bruno novamente cumpria seu papel.
A esperada pressão final do Flamengo acabou não vindo, os torcedores podem reclamar de um lance duvidoso dentro da área sobre Paulo Sérgio, mas não houve jeito. A guerra estava perdida. O clube que triunfou no Campeonato Carioca, está eliminado da Libertadores e agora terá de pensar nas próximas batalhas, no Campeonato Brasileiro.
FICHA TÉCNICAFLAMENGO 2 x 0 DEFENSOR (URU)
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)Data/Hora: 9/5/07 - 21h45minRenda/Público: R$ 636.981,00 - 57.767 presentesÁrbitro: Héctor Baldassi (ARG)Auxiliares: Pablo Lunati e Gustavo Esquivel (ARG)Cartões Amarelos: Léo Moura, Roni e Souza (FLA); Fadeuille, Fernandez, Martínez e Sorondo (DEF)Cartões Vermelhos: Não houve.
GOLS: Renato, 35'/1ºT (1-0); Renato, 2'/2ºT (2-0)
FLAMENGO: Bruno, Leonardo Moura, Ronaldo Angelim, Irineu e Juan; Paulinho (Léo Lima, 32'/2ºT), Claiton (Paulo Sérgio, 24'/2ºT), Renato e Renato Augusto; Souza e Roni. Técnico: Ney Franco.
DEFENSOR: Silva, Sorondo, Martínez, Cáceres e González; Fadeuille, De Souza e Pezzolano (Fernandez, intervalo); Amado, Ariosa e Peinado (Morales, 20'/2ºT). Técnico: Jorge Da Silva.
O Defensor enfrenta agora nas quartas-de-final outro brasileiro: o Grêmio, que eliminou o São Paulo também nesta quarta.
A disputa pela vaga fez com que o jogo se tornasse uma verdadeira guerra no primeiro tempo. O Flamengo não apresentava suas melhores armas, como as jogadas dos alas Léo Moura e Juan e as arrancadas de Renato Augusto, mas lutava por cada posse de bola. Não à toa, teve o domínio territorial embora estivesse longe de acertar o alvo, o gol defendido por Silva.
Os rubro-negros contavam ainda com um importante aliado: a torcida, que lotou o Maracanã, cantou o tempo todo e empurrou o time. Os uruguaios do Defensor, por sua vez, resistiam como podiam, apelando até mesmo para a truculência, como na jogada em que Sorondo deu um carrinho em Léo Moura e levou o cartão amarelo, logo aos três minutos.
A estratégia do Defensor era clara: atrair o adversário para tentar surpreendê-lo em contra-ataques. Pezzolano era o homem encarregado de atacar o Flamengo, mas o guerreiro Paulinho desdobrava-se na proteção ao goleiro Bruno.
Somente aos 12 o Rubro-Negro começou a se impôr, encurralando o adversário, que afastava o perigo de qualquer forma. As chances de entrar na defesa inimiga eram poucas. Na melhor, Roni errou o domínio e atingiu o goleiro Silva, o que criou mais um princípio de confusão.
Se estava difícil de perto, o Flamengo ainda tinha uma arma guardada e que foi utilizada no momento certo. Sorondo novamente impediu o avanço de Roni com falta, e na cobrança, aos 35, o capitão Renato soltou um de seus mísseis, que passou entre a barreira e morreu no fundo das redes.
O primeiro gol faria a pressão se intensificar, porém não no primeiro tempo. Logo no início da segunda etapa, aos dois, o Flamengo se utilizou novamente da mesma arma que havia funcionado. Em jogada treinada, Léo Moura rolou para Renato que soltou outra bomba, fazendo o segundo. Nas arquibancadas, também se ouviu a explosão da torcida para comemorar.
Faltava só um. Renato, como um legítimo líder, organizava o time e chamava a responsabilidade. Faltava aos homens de frente poder de decisão, já que Souza e Roni estavam pouco inspirados. Além disso, a forte chuva era mais um fator para esfriar o time.
A essa altura, por volta dos 15 minutos, o Flamengo não era mais ameaçado mas também não sabia como chegar com perigo ao gol do Defensor. Sem saída, restou ao comandante Ney Franco uma tática ousada, ir para o "matar ou morrer". Para isso, tirou dois homens de proteção, Claiton e Paulinho para colocar Paulo Sérgio e Léo Lima.
A estratégia quase foi por água abaixo. Fernandez teve tudo para matar de vez o adversário, mas Bruno estava lá para realizar milagre e salvar a pátria rubro-negra, aos 36. Mais uma bomba em cobrança de falta e uma finalização de dentro da área, e Bruno novamente cumpria seu papel.
A esperada pressão final do Flamengo acabou não vindo, os torcedores podem reclamar de um lance duvidoso dentro da área sobre Paulo Sérgio, mas não houve jeito. A guerra estava perdida. O clube que triunfou no Campeonato Carioca, está eliminado da Libertadores e agora terá de pensar nas próximas batalhas, no Campeonato Brasileiro.
FICHA TÉCNICAFLAMENGO 2 x 0 DEFENSOR (URU)
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)Data/Hora: 9/5/07 - 21h45minRenda/Público: R$ 636.981,00 - 57.767 presentesÁrbitro: Héctor Baldassi (ARG)Auxiliares: Pablo Lunati e Gustavo Esquivel (ARG)Cartões Amarelos: Léo Moura, Roni e Souza (FLA); Fadeuille, Fernandez, Martínez e Sorondo (DEF)Cartões Vermelhos: Não houve.
GOLS: Renato, 35'/1ºT (1-0); Renato, 2'/2ºT (2-0)
FLAMENGO: Bruno, Leonardo Moura, Ronaldo Angelim, Irineu e Juan; Paulinho (Léo Lima, 32'/2ºT), Claiton (Paulo Sérgio, 24'/2ºT), Renato e Renato Augusto; Souza e Roni. Técnico: Ney Franco.
DEFENSOR: Silva, Sorondo, Martínez, Cáceres e González; Fadeuille, De Souza e Pezzolano (Fernandez, intervalo); Amado, Ariosa e Peinado (Morales, 20'/2ºT). Técnico: Jorge Da Silva.
Fluminense vence o Atlético-PR e segue na Copa do Brasil

O Fluminense venceu o Atlético-PR por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, na Kyocera Arena, e chegou às semifinais da Copa do Brasil pelo terceiro ano consecutivo. O gol da classificação foi de Adriano Magrão, aos 31 minutos do segundo tempo. Na próxima fase, o Tricolor pega o o Brasiliense, que eliminou o Ipatinga.
Precisando de uma vitória para seguir na competição, o Fluminense começa o primeiro tempo pressionando o Atlético-PR e conseguiu criar a primeira boa chance de gol logo aos três minutos. Rafael Moura sofreu falta perto da área do Furacão, mas na cobrança Carlinhos mandou no meio do gol.
No entanto, um minuto depois o Tricolor sofreu um susto. Fabinho deu bobeira no meio-de-campo e perdeu a bola que estava dominada para Ferreira, que passou para Alex Mineiro bater com perigo. Depois do início bastante movimentado, o jogo ficou truncado com uma ligeira superioridade do time carioca.
if (!(dominioparceiro)){
OAS_AD('x10');
}
if (!(dominioparceiro)){
OAS_AD('x11');
}
O jogo ficou ainda melhor para o Fluminense aos 23 minutos, quando Arouca recebeu lançamento e saiu cara a cara com o goleiro Guilherme, que para evitar o gol do volante tricolor meteu a mão na bola fora da área a foi expulso. Na cobrança, Thiago Silva mandou uma bomba e o goleiro reserva Viáfara fez uma grande defesa em seu primeiro lance na partida.
Com um a mais em campo o Fluminense tomou conta do jogo e só não foi para o intervalo na frente por que Rafael Moura perdeu um gol incrível aos 43 minutos. O goleiro Viáfara afastou a bola no pé do atacante tricolor, que driblou o adversário e, de cabeça baixa, bateu para o gol sem ver que o zagueiro Danilo estava lá para tirar a bola em cima da linha.
A segunda etapa começou da mesma forma que terminou a primeira, com o Fluminense pressionando. E o time carioca ficou novamente muito perto de abrir o marcador logo no primeiro minuto. Junior Cesar serviu Rafael Moura, que bateu da entrada da área para mais uma defesa de Viáfara.
Porém, logo depois, o Atlético-PR teve boa chance de fazer o primeiro. Jancarlos cruzou da direita e Alex Mineiro, sozinho na pequena área, não conseguiu alcançar a bola em um peixinho.
Aos 22, o Tricolor teve mais uma grande chance. Cícero tocou para Alex Dias, que dentro da área driblou o marcador e mandou a bola raspando o travessão.
Apesar do domínio do Fluminense, foi o Atlético-PR que teve a melhor chance do jogo. Aos 29 minutos, Evandro cobrou escanteio e Alex Mineiro cabeceou no travessão.
fonte:Rodrigo Mendes Lancenet.com
De tanto pressionar, o Flu conseguiu chegar ao gol. Em bate rebate, a bola sobrou para Adriano Magrão sozinho na área e ele não desperdiçou, fez 1 a 0 para o Tricolor aos 31 minutos.
E a classificação veio graças ao goleiro Fernando Henrique, que aos 44 minutos fez uma defesa sensacional em um chute a queima roupa de Alex Mineiro.
Precisando de uma vitória para seguir na competição, o Fluminense começa o primeiro tempo pressionando o Atlético-PR e conseguiu criar a primeira boa chance de gol logo aos três minutos. Rafael Moura sofreu falta perto da área do Furacão, mas na cobrança Carlinhos mandou no meio do gol.
No entanto, um minuto depois o Tricolor sofreu um susto. Fabinho deu bobeira no meio-de-campo e perdeu a bola que estava dominada para Ferreira, que passou para Alex Mineiro bater com perigo. Depois do início bastante movimentado, o jogo ficou truncado com uma ligeira superioridade do time carioca.
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O jogo ficou ainda melhor para o Fluminense aos 23 minutos, quando Arouca recebeu lançamento e saiu cara a cara com o goleiro Guilherme, que para evitar o gol do volante tricolor meteu a mão na bola fora da área a foi expulso. Na cobrança, Thiago Silva mandou uma bomba e o goleiro reserva Viáfara fez uma grande defesa em seu primeiro lance na partida.
Com um a mais em campo o Fluminense tomou conta do jogo e só não foi para o intervalo na frente por que Rafael Moura perdeu um gol incrível aos 43 minutos. O goleiro Viáfara afastou a bola no pé do atacante tricolor, que driblou o adversário e, de cabeça baixa, bateu para o gol sem ver que o zagueiro Danilo estava lá para tirar a bola em cima da linha.
A segunda etapa começou da mesma forma que terminou a primeira, com o Fluminense pressionando. E o time carioca ficou novamente muito perto de abrir o marcador logo no primeiro minuto. Junior Cesar serviu Rafael Moura, que bateu da entrada da área para mais uma defesa de Viáfara.
Porém, logo depois, o Atlético-PR teve boa chance de fazer o primeiro. Jancarlos cruzou da direita e Alex Mineiro, sozinho na pequena área, não conseguiu alcançar a bola em um peixinho.
Aos 22, o Tricolor teve mais uma grande chance. Cícero tocou para Alex Dias, que dentro da área driblou o marcador e mandou a bola raspando o travessão.
Apesar do domínio do Fluminense, foi o Atlético-PR que teve a melhor chance do jogo. Aos 29 minutos, Evandro cobrou escanteio e Alex Mineiro cabeceou no travessão.
fonte:Rodrigo Mendes Lancenet.com
De tanto pressionar, o Flu conseguiu chegar ao gol. Em bate rebate, a bola sobrou para Adriano Magrão sozinho na área e ele não desperdiçou, fez 1 a 0 para o Tricolor aos 31 minutos.
E a classificação veio graças ao goleiro Fernando Henrique, que aos 44 minutos fez uma defesa sensacional em um chute a queima roupa de Alex Mineiro.
Grêmio bate Sampa e continua na Libertadores

Desde 1987, quando foi eliminado na primeira fase da Libertadores, o São Paulo não era eliminado tão cedo na Libertadores. Nesta quarta-feira, o Grêmio, empurrado por mais de 46 mil pessoas no Estádio Olímpico, bateu os paulistas por 2 a 0 e chegou às quartas-de-final da competição sul-americana.
Agora o Tricolor do Rio Grande do Sul enfrentará o Defensor Sporting (URU), que mesmo derrotado pelo Flamengo por 2 a 0, no Maracanã, conseguiu avançar.
A vitória do Grêmio quebrou uma escrita: há 25 anos os gaúchos não batiam o Tricolor paulista por dois gols de vantagem.
Precisando da vitória a qualquer custo, o Grêmio foi para cima. Perdido em campo, o São Paulo pouco produziu durante toda a primeira etapa. A pressão dos gaúchos foi recompensada logo aos 17 minutos. Depois de falta batida por Lúcio, a bola sobrou para Tcheco, que bateu com força, sem chances para Ceni.
O Tricolor paulista só melhorou na segunda etapa, quando o técnico Muricy Ramalho resolveu escalar a sua equipe de forma mais ofensiva. Tirou o lateral-esquerdo Jadílson e o meia Hugo e pôs em campo Jorge Wágner e Dagoberto, que foi decisivo no duelo da semana passada.
O São Paulo passou a atacar mais e apareceu com maior freqüência no ataque. Mas quem marcou foi Grêmio. Diego Souza aproveitou toque de cabeça para trás de Tuta e fez o gol que os gaúchos precisavam para ir às quartas-de-final da Libertadores.
FICHA TÉCNICA:GRÊMIO 2 X 0 SÃO PAULO
Estádio: Olímpico, Porto Alegre (RS)Data-hora: 9/5/2007 - 21h45min (de Brasília)Árbitro: Carlos Chandía (CHI)Auxiliares: Jorge Osorio (CHI) e Manuel Rodríguez (CHI)
Renda/público: R$ 1.141.650,00 / 46.350 pagantesCartões amarelos: Diego Souza, Tuta e Sandro Goiano (GRE); Miranda, Aloísio e Souza (SPO)Cartões vermelhos:GOLS: Tcheco, 17'/1ºT (1-0), Diego Souza, 30'/2ºT (2-0)
GRÊMIO: Saja, Patrício, William, Teco e Lúcio; Edmilson, Sandro Goiano (20'/2ºT - Amoroso), Tcheco (42'/1ºT - Gavillán) e Diego Souza; Tuta e Carlos Eduardo (41'/2ºT - Schiavi). Técnico: Mano Menezes.
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Ilsinho, Miranda, Alex Silva e Jadílson (Intervalo - Jorge Wágner); Josué, Richarlyson, Hugo (Intervalo - Dagoberto) e Souza; Leandro (40'/2ºT - Marcel) e Aloísio. Técnico: Muricy Ramalho
fonte:LANCEPRESS!
Agora o Tricolor do Rio Grande do Sul enfrentará o Defensor Sporting (URU), que mesmo derrotado pelo Flamengo por 2 a 0, no Maracanã, conseguiu avançar.
A vitória do Grêmio quebrou uma escrita: há 25 anos os gaúchos não batiam o Tricolor paulista por dois gols de vantagem.
Precisando da vitória a qualquer custo, o Grêmio foi para cima. Perdido em campo, o São Paulo pouco produziu durante toda a primeira etapa. A pressão dos gaúchos foi recompensada logo aos 17 minutos. Depois de falta batida por Lúcio, a bola sobrou para Tcheco, que bateu com força, sem chances para Ceni.
O Tricolor paulista só melhorou na segunda etapa, quando o técnico Muricy Ramalho resolveu escalar a sua equipe de forma mais ofensiva. Tirou o lateral-esquerdo Jadílson e o meia Hugo e pôs em campo Jorge Wágner e Dagoberto, que foi decisivo no duelo da semana passada.
O São Paulo passou a atacar mais e apareceu com maior freqüência no ataque. Mas quem marcou foi Grêmio. Diego Souza aproveitou toque de cabeça para trás de Tuta e fez o gol que os gaúchos precisavam para ir às quartas-de-final da Libertadores.
FICHA TÉCNICA:GRÊMIO 2 X 0 SÃO PAULO
Estádio: Olímpico, Porto Alegre (RS)Data-hora: 9/5/2007 - 21h45min (de Brasília)Árbitro: Carlos Chandía (CHI)Auxiliares: Jorge Osorio (CHI) e Manuel Rodríguez (CHI)
Renda/público: R$ 1.141.650,00 / 46.350 pagantesCartões amarelos: Diego Souza, Tuta e Sandro Goiano (GRE); Miranda, Aloísio e Souza (SPO)Cartões vermelhos:GOLS: Tcheco, 17'/1ºT (1-0), Diego Souza, 30'/2ºT (2-0)
GRÊMIO: Saja, Patrício, William, Teco e Lúcio; Edmilson, Sandro Goiano (20'/2ºT - Amoroso), Tcheco (42'/1ºT - Gavillán) e Diego Souza; Tuta e Carlos Eduardo (41'/2ºT - Schiavi). Técnico: Mano Menezes.
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Ilsinho, Miranda, Alex Silva e Jadílson (Intervalo - Jorge Wágner); Josué, Richarlyson, Hugo (Intervalo - Dagoberto) e Souza; Leandro (40'/2ºT - Marcel) e Aloísio. Técnico: Muricy Ramalho
fonte:LANCEPRESS!
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